segunda-feira, 31 de agosto de 2009

AGRICULTORES DO ICÓ REELEGEM LOURIVAL TEIXEIRA.


Lourival Teixeira e toda sua diretoria se reelegeram ontem, segunda-feira (30\09\2009), para mais um mandato a frente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Icó – STR.

O sindicato que congrega a categoria de agricultores, haja vista o excelente trabalho ali desenvolvido, apresentou “chapa única” para aquelas eleições, mostrando toda a qualidade e reconhecimento pelo trabalho prestado.

Mesmo sendo “chapa única”, houve praticamente a presença de todos os associados ao certame eleitoral, demonstrando, pois, entusiasmo dos liderados para com os líderes sindicais.

VEJAM OS RESULTADOS:

Votos geral: 8.591.

Votos “sim”: 8.421.

Votos brancos: 147.

Votos nulos: 23.

Lourival Teixeira, que foi reeleito presidente do STR\Icó, foi candidato a Vice-Prefeito de Icó, na chapa encabeçada por Jaime Júnior, nas eleições passadas, onde embora não eleitos, obtiveram 48% dos votos válidos.

VEJAM OS NOMES DOS ELEITOS:

LOURIVAL TEIXEIRA DE ARAÚJO – PRESIDENTE;
ALEXSANDRO DE OLIVEIRA SILVA – VICE PRESIENTE;
SECRETÁRIO-GERAL \ MARIA EDITE PITOMBEIRA PESSOA;
SEC. DE FINANÇAS – JANUALDO SOARES GUIMARÃES;
SEC. DE POLÍTICA AGRÍCOLA – JOÃO CARLOS LEANDRO;
SEC. DE POLÍTICA AGRÁRIA – MARIA BONFIM TOBIAS;
SEC. DE MEIO AMBIENTE – JOSÉ SANTANA MONTE;
SEC. POLÍTICAS SOCIAIAS – ELIZETE PINHEIRO DE CARVALHO;
DEZ SUPLENTES E O CONSELHO FISCAL.

fonte: blog do fabricio moreira foto: tse.

domingo, 30 de agosto de 2009

SINDICATO RURAL DE ICÓ ELEGE HOJE SEU NOVO PRESIDENTE


O Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Icó (STR) desde cedo promove eleições para a nova diretoria, que será responsável, doravante, pelos trabalhos ali realizados.

Haja vista o extraordinário trabalho desenvolvimento neste município houve a apresentação de apenas uma chapa: LOURIVAL TEIXEIRA (foto) como presidente e a mesma diretoria como companheiros de chapa.

As eleições se encerram hoje às 17:00h (30\08\2009) .


fonte: blog do fabricio moreira foto: site do tse

Saneamento em torno do Rio Salgado terá R$ 70 milhões no orçamento


A despoluição do Rio Salgado representa proposta ousada, corrigindo décadas de descaso para com o meio ambiente regional. O Salgado nasce na Serra do Araripe e se espraia pelo Vale do Cariri, seguindo percurso de 150 quilômetros, ao longo dos quais leva poluição hídrica originada no Crato, em Juazeiro do Norte e Barbalha.

O crescimento dessas três cidades não seguiu um planejamento urbano capaz de lhes garantir a infra-estrutura adequada aos seus serviços essenciais. Começando pelo Crato, os focos poluentes são lançados nos córregos que alimentam o rio. Em Juazeiro, o quadro é agravado por resíduos industriais e domésticos, até receber a carga despejada pelo Rio Salamanca, originado em Barbalha.

A poluição reunida no encontro dos rios se espalha por Missão Velha, Aurora, Lavras e Icó, até alcançar o Rio Jaguaribe, do qual o Salgado é afluente. Os municípios situados às margens do Rio Salgado - os poluidores e os poluídos - não dispõem de esgotamento sanitário adequado às demandas de suas populações.

O saneamento do entorno do Salgado já disporá, no orçamento da União para o próximo ano, de R$ 70 milhões, revitalizando a sua bacia e oferecendo, ao mesmo tempo, condições sanitárias adequadas à transposição das águas do Rio São Francisco. Afinal, o acesso desse remanejamento hídrico será feito aproveitando o percurso do Riacho dos Porcos, outro afluente do Rio Salgado, até alcançá-lo entre Missão Velha e Aurora.

As obras preconizadas para a bacia hidrográfica do Rio Salgado serão fundamentais para a interligação de sua bacia com a do São Francisco. Além da melhoria na qualidade da água do leito do Rio Salgado, as cidades situadas nos Vales do Cariri e do Salgado receberão os benefícios oferecidos pela despoluição do seu principal curso d´água.

fonte: site miseria / foto: Rubens Araujo

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Choveu em 80 municípios do Ceará.



De ontem para hoje (27), choveu em 80 municípios, segundo a Funceme. As maiores precipitações foram em ICÓ (100 mm), Iguatu (82 mm), Piquet Carneiro e Acopiara (82 mm), Catarina (54 mm), Ocara (52 mm), Cedro (50 mm) e Pacajus (33 mm).

A previsão para as próximas horas é de céu parcialmente nublado em todas as regiões do Estado. Com possibilidade de chuva isolada no litoral.

Legenda

Lilás: acima de 50 mm
Azul: de 25.1 a 50 mm
Verde: de 15.1 a 25 mm
Amarelo: de 5.1 a 15mm
Vermelho: de 0.1 a 5 mm
Branco: sem chuva
Cinza: sem informação

Fonte: Funceme com Jangadeiro Online.

fotos: três bodegas agora.

PISTAS DO PARADEIRO DE BELCHIOR


Em 28 de agosto de 2007, o cantor e compositor Belchior concedeu entrevista musical, aberta ao público, no Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza, dentro do programa Nomes do Nordeste, quando compartilhou sua história de vida e descreveu sua trajetória artística.

Nessa entrevista, Belchior falou sobre os projetos artísticos em andamento. Ele revelou ter iniciado a exaustiva façanha de traduzir o poema épico e teológico "A divina comédia", de Dante Alighieri (1265-1321), considerado até hoje o maior poeta italiano.

Para se ter uma idéia da proeza estética enfrentada pelo artista cearense, o poema tem nada menos que 14.233 versos a serem vertidos para o Português. "A divina comédia" é a fonte original mais acessível para a cosmovisão medieval, que dividia o Universo em esferas geocêntricas, dividindo a Terra e o Céu pela órbita lunar. (Coincidentemente, Belchior é autor de uma canção intitulada "Divina comédia humana", gravada em 1978, como faixa de abertura do disco "Todos os sentidos").

Paralelamente, ele afirmou estar preparando um CD que incluirá músicas com diversos parceiros, além de uma caixa com três DVDs, trazendo uma completa retrospectiva sobre sua vida e obra. Enfim, será um documentário com tratamento cinematográfico apurado, abrangendo imagens de espetáculos e entrevistas realizadas, material musical inédito e depoimentos de amigos, parceiros, pesquisadores e fãs.

Essas duas informações foram publicadas na matéria intitulada “Belchior em quatro tempos”, veiculada na revista Conterrâneos (edição nº 8 – setembro/outubro 2007) – editada pelo Banco do Nordeste com periodicidade bimestral, tiragem de sete mil exemplares e distribuição com os funcionários do BNB.

Talvez o sumiço de Belchior – divulgado neste domingo (23) pelo programa Fantástico, da TV Globo – possa estar relacionado à imersã total nesses dois projetos, principalmente no primeiro.

História de vida e trajetória artística de Belchior - Nascido em Sobral (CE), em 26 de outubro de 1946, Antônio Carlos Gomes BELCHIOR Fontenelle Fernandes, durante sua infância, foi cantador de feira e poeta repentista, e estudou música coral e piano com Acaci Halley.

Seu pai tocava flauta e saxofone e sua mãe cantava em coro de igreja. Tinha tios poetas e boêmios. Ainda criança, recebeu influência dos cantores do rádio Ângela Maria, Cauby Peixoto e Nora Ney.

Em Sobral, foi também programador musical de rádio. Em 1962, mudou-se para Fortaleza, onde estudou Filosofia e Humanidades. Começou a estudar Medicina, mas abandonou o curso no quarto ano, em 1971, para dedicar-se à carreira artística.

O cantor e compositor Belchior é um dos integrantes do chamado Pessoal do Ceará, que inclui Fagner, Ednardo, Rodger de Rogério, Wilson Cirino, Fausto Nilo, Téti, Amelinha, entre outros. Começou sua carreira apresentando-se em festivais de música no Nordeste, entre 1965 e 1970.

Em 1971, inscreveu-se no IV Festival Universitário da Canção e ganhou o primeiro lugar com a música “Hora do almoço”, interpretada por Jorge Mello e Jorge Teles. Na mesma época, Belchior conheceu o cantor e compositor Sérgio Ricardo, que escolheu a música “Mucuripe”, escrita em parceria com o também cearense Fagner, para fazer parte do disco de bolso do Pasquim, jornal alternativo da época.

Em 1972, começou a obter reconhecimento nacional a partir da gravação de “Mucuripe” pela cantora Elis Regina. Em seguida, transferiu-se para São Paulo, onde compôs trilhas sonoras para filmes de curta-metragem.

Na mesma época, apresentou shows em praças públicas e fez aparições em programas de televisão. Em 1974, lançou seu primeiro disco, “A palo seco”, cuja música-título tornou-se sucesso nacional.

Nesse mesmo ano, faria sucesso novamente com a canção “Paralelas”, regravada em 1976 pelo cantor Erasmo Carlos, no LP “Banda dos contentes” e pela cantora Vanusa. Essa canção tornou-se um dos grandes hits do final dos anos 1970.

Em 1975, o cantor Roberto Carlos regravou a música “Mucuripe”. No mesmo ano, Belchior lançou, pela gravadora Polygram, o LP “Alucinação”, que vendeu 30 mil cópias em apenas um mês, graças a sucessos como “Apenas um rapaz latino-americano”, “Velha roupa colorida”, “A palo seco” e, principalmente, “Como nossos pais”.

Em 1978, lançou o LP “Todos os sentidos”. Na mesma época, realizou um show com a cantora Simone, no Teatro João Caetano, no Rio de Janeiro, visto por mais de 100 mil pessoas.

Em 1979, Belchior voltou a fazer sucesso com a canção “Medo de avião”, de sua autoria, que é título do LP lançado pela Warner naquele ano. Em 1982, lançou, também pela Warner, o LP “Paraíso”, no qual abriu espaço para os então jovens artistas Guilherme Arantes, Jorge Mautner, Arnaldo Antunes e Ednardo Nunes.

Em 1983, fundou a sua própria gravadora e produtora, a Paraíso Discos. No ano seguinte, realizou na Mamute, casa de shows hoje extinta, o show “Cenas do próximo capítulo”, com o qual percorreu todo o País. No LP lançado no mesmo ano, Belchior comemorou uma década de sucesso com a regravação de “Velha roupa colorida” e “A palo seco”. Em 1988, gravou pela Polygram o LP “O elogio da loucura”, lançado no Teatro João Caetano, com recordes de público.

Em 1997, tornou-se sócio da gravadora Camerati. Em 1999, lançou pela BMG o álbum duplo “Auto-retrato”, no qual 25 de suas composições receberam novo tratamento e arranjos feitos, dentre outros, por Rogério Duprat, André Abujamra, Ruriá Duprat e Sérgio Zurawski. Como intérprete, não gravou apenas composições próprias, mas também de outros autores, como “Romaria”, de Renato Teixeira, e o disco “Vício elegante”, no qual cantou apenas sucessos de outros compositores.

Como compositor, Belchior teve várias de suas músicas gravadas por outros intérpretes, especialmente Elis Regina, que registrou as músicas “Apenas um rapaz latino-americano”, “Como nossos pais”, “Velha roupa colorida” e “Mucuripe”.

Os Engenheiros do Hawaii gravaram “Alucinação”. Wanderléa gravou “Paralelas” e Jair Rodrigues, “Galos, noites e quintais”. Além desses, Erasmo Carlos, Ney Matogrosso, Ednardo e Jessé também gravaram suas canções.

Belchior tem parcerias com Jorge Mautner, Dominguinhos, Gilberto Gil, Toquinho, João Bosco e Moraes Moreira. Entre os cearenses Belchior já compôs junto com Francisco Casaverde, os irmãos Gracco e Caio Sílvio, Fagner, Fausto Nilo e Ricardo Bacelar, além do piauiense Jorge Mello.

A partir de 2001, continuou percorrendo o País, apresentando shows de boa aceitação por parte do público. Em 2002, gravou com Amelinha e Ednardo o CD “Pessoal do Ceará”, produzido por Robertinho do Recife, com duas músicas inéditas: o coco-repente “Mote, tom e radar”, de Ednardo, e “Bossa em palavrões”, de Belchior. O restante do CD é composto por canções perenes escritas por Belchior e por Ednardo.

Como pintor, Belchior criou as contracapas de alguns de seus discos e CDs de outros artistas, além de realizar exposições de arte com seus trabalhos. Na dramaturgia, muitas de suas canções fazem parte de trilhas sonoras de filmes, seriados, novelas e peças de teatro. Com seu timbre de profunda raridade, voz do deserto, Belchior interpreta as suas próprias canções de modo singular e pessoal.

fonte: icó é noticia

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Iguatu - CE - 4º Iguatu Festeiro reúne 50 mil pessoas


Nos dois primeiros dias de realização, o 4º Iguatu Festeiro movimentou, segundo os organizadores, um público estimado em 50 mil pessoas. A festa prossegue até o próximo dia 29 e reúne 40 quadrilhas juninas de 11 Estados do Norte e Nordeste. Neste ano, o evento homenageia o centenário do poeta Patativa do Assaré. Haverá apresentações dos grupos folclóricos e shows com bandas de forró.

A expectativa é para a apresentação da cantora Daniela Mercury, no próximo sábado, encerrando a festa. O Iguatu Festeiro é o primeiro festival de quadrilhas juninas fora de época do Brasil. Este ano, os grupos concorrem a uma premiação total no valor de R$ 40 mil. O objetivo é valorizar as tradições culturais do povo nordestino, promover o intercâmbio e a troca de experiência entre os grupos folclóricos, criando oportunidades de emprego e renda e fortalecendo o turismo.

Para hoje, a programação prevê shows com as bandas Forró dos Plays e Forró Moral. Amanhã, Aviões do Forró e Forró Estourado animam festa. No dia 28, Capim Cubano e Dorgival Dantas se apresentam na Avenida Perimetral, onde foi montada estrutura especial. Além dos shows, o evento oferece comidas típicas, bebida e lazer com parque de diversões, instalado ao lado da cidade cenográfica, onde há uma réplica da casa do poeta Patativa do Assaré.

Os filhos de Patativa participaram da abertura do festival e se emocionaram com a homenagem ao pai, no ano em que comemora o seu centenário de nascimento. "Recebemos com emoção e carinho essa homenagem, numa festa grandiosa", disse Geraldo Gonçalves.

Os jovens são os que participam em maior número. "A festa está animada, com muita gente participando", disse a estudante Aline Ribeiro, que veio de Sobral com um grupo de três amigas, no último fim de semana, conferir o show da banda Forró do Moído. O evento atrai todas as noites milhares de moradores do Centro-Sul e Cariri.

Para o próximo sábado, a estimativa é que mais de 60 mil pessoas participem do encerramento do Iguatu Festeiro. Para o prefeito de Iguatu, Agenor Neto, "estamos oferecendo momentos de lazer aos jovens e aos trabalhadores", disse.

Mais informações

Secretaria de Cultura e Turismo
Rua 21 de Abril, s/n
Bairro Prado
(88) 3581. 7649

fonte: site miseria

Agricultores do CE distribuem alimento em protesto

Agricultores que participam de projetos de irrigação protestaram em Fortaleza. Eles reclamam da falta de assistência técnica e de investimentos para a manutenção dos canais que levam água às propriedades.

O canal deveria servir para a distribuição de água em parte do perímetro irrigado de Icó. Ele foi construído em 1975, mas só funcionou até 1998. O projeto foi suspenso e ao longo do tempo a infraestrutura implantada nos lotes agrícolas foi se deteriorando. Onde havia a promessa de fartura, hoje se vê terras abandonadas.

“É um sentimento de revolta. Há muitos anos, a gente sofre com a falta de água. Água tem muito nos reservatórios”, reclamou o agricultor Raimundo Vicente Duarte.

Dos quase 500 produtores cadastrados na associação do distrito de irrigação, pelo menos 360 estão sem água. Dos 2,79 mil hectares do perímetro irrigado de Icó, apenas 700 hectares recebem a água que sai de açudes. Mas até nessas áreas as dificuldades são grandes.

Eles têm água, mas reclamam que estão sem a assistência técnica do Dnocs, Departamento Nacional de Obras contra a Seca, que implantou na região há dois meses. Falta, por exemplo, orientação para fazer as análises de solo.

“Hoje, a gente trabalhar numa modernidade tão grande que quando a gente vai plantar uma área de banana, goiaba, manga e arroz, a assistência técnica exige uma análise de solo para saber que tipo de adubo a gente vai colocar para não jogar um tipo de adubo diferente para que nem eu nem minha planta tenhamos prejuízo”, disse o agricultor Derbas Gonçalves.

Em Fortaleza, a diretoria do Dnocs disse que espera a liberação de uma verba do governo federal. “O Dnocs fez a contratação de uma empresa que prestará serviço de assistência técnica. Todavia, em decorrência de os recursos não terem sido disponibilizados na integralidade, o diretor geral do Dnocs suspendeu temporariamente também a assistência técnica até o repasse por parte do Ministério da Integração Nacional”, explicou Antônio Eduardo Segundo, coordenador do Dnocs no Ceará.

Por conta da suspensão da assistência técnica, os produtores do perímetro irrigado fizeram um protesto em Fortaleza. Em frente à sede do Dnocs, eles distribuíram os produtos colhidos na região. Os caminhões estavam carregados de melancia, banana, abacaxi, coco, milho e jerimum.

O diretor geral do Dnocs, Elias Fernandes, informou que o dinheiro já foi repassado pelo Ministério da Integração Nacional e que, logo que a verba chegar a Fortaleza, a ordem de serviço que autoriza o reinício das atividades será assinada.

fonte: site g1.